A ocorrência de casos novos de uma doença ou agravo, passíveis de prevenção e controle pelos serviços de saúde, indica que a população está sob risco e pode representar ameaças à saúde pública, tornando necessária a adoção de ações oportunas e efetivas para determinar que tipos de respostas e medidas de controle e prevenção serão requeridos.

As ações de campo, como investigações de surtos, monitoramento de eventos de massa e inquéritos representam atividades cuja epidemiologia aplicada é a ferramenta básica para compor as respostas requeridas e orientar o controle, prevenção e proteção em face de eventos de interesse de saúde pública, possibilitando a criação de evidências para subsidiar a formulação, reformulação de ações, normas regulamentares, programas e políticas de saúde, bem como desenvolvimento de ações de educação em saúde.

  • Coronavirus (12),
  • Pneumonia (13),
  • Gripe suína H1N1 (2),
  • Gripe (7),
  • Tuberculose (5),
  • SARS (3),
  • MERS (1),
  • Adenovirus (1),
  • Gripe Suína H3N2 (1)
  • Hepatite (21),
  • Norovírus (6),
  • Salmonella (7),
  • Gastroenterite (2),
  • Diarreia (2),
  • Campylobacter (1),
  • Cólera (4),
  • Listeriose (2),
  • Escherichia coli (1),
  • Rotavirus (1),
  • hepatite B (1)

Doença sexualmente transmissível (18),

  • Sífilis (3)
  • Encephalite japonês (6),
  • Malária (6),
  • febre de dengue (4),
  • Doença transmitida pela carrapato (1),
  • Chikungunya (1),
  • Vírus do Oeste do Nilo (1)
  • Clostridium difficile (12),
  • Staphylococcus aureus resistente à meticilina (1),
  • Vancomycin Resistant Enterococci (VRE) (1)

 

  • Lepra (1),
  • Sarampo (6),
  • Sarna (1),
  • Febre Aftosa (1),
  • Melioidose (1)

 

 

  • Raiva (2),
  • Encefalite (1),
  • Poliomielite (2),
  • Meningite (2)

 

 

  • Febre (4)

 

  • Ebola (1)