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Ouvir o Centro de Educação Permanente em Gestão em Saúde (CEGES) e entender como os projetos sintonizam com as soluções criadas pelo Felicilab – Laboratório de Inovações foi a motivação do encontro hoje entre as duas áreas da Escola de Saúde Pública do Ceará.

O ponto de partida foi a apropriação do iSUS, o super aplicativo dos profissionais de saúde, que foi oficialmente lançado em 2020 e segue no processo orgânico de mobilização e engajamento de públicos, especialmente nesse contexto de educação permanente em saúde, que é uma das maiores atribuições da Escola.

Para Uirá Porã, que é assessor especial da Superintendência e coordena o Felicilab, foi uma oportunidade de retomar os diálogos e olhar para o que já foi desenvolvido, no sentido de entender o que e onde é necessário investir em novas implementações. “E para isso a gente precisa que vocês se apropriem do aplicativo, que a Escola se aproprie, use, se cadastre, faça sugestões, diga o que está ruim e precisa ser modificado”. E foi também uma oportunidade de definir quais prioridades o CEGES identifica de imediato para incorporação ou integração com o iSUS.

“A prioridade é criar um espaço específico para a educação permanente no iSUS, que traga os principais destaques na área, as formações, as notificações direcionadas para nossos profissionais, e ir melhorando isso com o tempo e o uso”, afirmou o coordenador do CEGES, Fabrício Martins. “E a gente precisa incorporar essa cultura de contato permanente com o NIT e com o Felicilab porque não podemos mais prescindir das tecnologias em nossos projetos. Todos os projetos da Escola precisam de soluções digitais”.

Saúde Mental, Rede Saúde Escola, DigiSUS e Protocolos Clínicos são quatro projetos apontados por Martins que já têm demandas muito claras de integração com o iSUS, e por isso seus gestores falaram sobre o que visualizam como passos importantes.

Patrícia Silva, que atua na gestão do DigiSUS e também nos treinamentos do Elmo, relatou ter percebido a importância de ter informações qualificadas “na palma da mão” e o quanto isso é bem recebido pelas pessoas que acessam o iSUS e já encontram materiais e oportunidades, especialmente no referente ao Elmo. “Eu vejo durante os treinamentos as pessoas acessando a seção do Elmo e o quanto isso é prático, e facilita a vida desses profissionais. Acho que essa aproximação com o iSUS, e poder incorporar processos e informações que sejam relevantes para o DigiSUS, fazendo essa ponte entre as duas estratégias, vai gerar os mesmos benefícios”.

Os encaminhamentos foram a definição de novos momentos para apresentação de aspectos técnicos específicos dos projetos, e de rotinas de contato permanente com pessoas de referência em cada uma das iniciativas, para dar continuidade às melhorias e novas implementações.